Mais da metade da bancada evangélica não foi reeleita


Onda de renovação de políticos nessas eleições reduziu bancada evangélica à metade.


Publicado em 10/10/2018.

Senador Magno Malta. Foto: Moreira Mariz/ Agência Senado, editada. Via Fotos Públicas.

A bancada evangélica também foi vítima do repúdio popular aos políticos que dominavam o cenário em Brasília. Apenas 40 dos 82 políticos considerados ativos pela bancada, entre senadores e deputados federais, conseguiram se reeleger para a próxima legislatura, menos da metade, segundo apurou o jornal Folha de S. Paulo.

Por outro lado, o número de parlamentares que formam a base de apoio da bancada deve aumentar, dos atuais 150 congressistas para 180, em 2019, projetou a coordenadora jurídica do bloco religioso, Lia Noleto.

Nomes conhecidos ficaram de fora

Velhos conhecidos da bancada evangélica, como o senador Magno Malta (PR-ES), o deputado e cantor gospel irmão Lázaro (PSC-BA) e o deputado, pastor e atual presidente do bloco, Hidekazu Takayama (PSC-PR), não passaram pelo crivo das urnas nessas eleições e foram derrotados.

Hipóteses para as derrotas

Takayama atribuiu as derrotas dos parlamentares evangélicos ao rótulo de escudeiros do governo impopular de Temer, colados neles pelos “radicais de esquerda”. Magno Malta atribuiu sua derrota à “vontade de Deus”, em vídeo postado no seu perfil no Facebook.

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