Entrevista com a cientista social Simony dos Anjos: “A Igreja Protestante possui uma raiz opressora”


“A Igreja Protestante possui uma raiz opressora: haja vista o massacre dos camponeses alemães apoiado por Lutero.”

A cientista social Simony Cristina dos Anjos. Foto própria editada.

Há um crescente sentimento de ódio e justiçamento no Brasil e em outros países de maioria cristã. Dado ao fato de que o nível educacional e cultural brasileiro não é nem de longe comparável ao de países como Islândia e França, temas como porte de armas, linchamento e moralismo são amplamente aceitos pela população. Daí porque é correto dizer que “vivemos em um país conservador”. Mas não é um conservadorismo com base teórica clara, mas sim pautado no senso comum. Boa parte destes ditos “conservadores” elegem o tema “segurança pública” como sua maior preocupação – maior até que saúde e educação. É o individualismo o principal elemento por trás dos defensores do porte de armas e do endurecimento do Código Penal. Os conservadores não conseguem analisar a sociedade a partir do todo, de suas características gerais. Tem-se de compreender todo um conjunto de fatores por trás do crescimento da violência em nosso país. Daí a importância do estudo.

Embora os conservadores brasileiros não tenham à disposição um amplo fundamento teórico, eles sofrem influência de parlamentares evangélicos e de fíguras como Jair Bolsonaro (PSL), pré-candidato à presidência da República, e Enéas. A bancada da bíblia é a parte mais visível do moralismo evangélico nacional e tem sido responsável pelos principais atritos com o Estatuto do Estado laico. Há aí um conluio entre as bancadas da Bíblia, do boi e da bala, segundo Simony Cristina dos Anjos. “A bancada do boi vota com a evangélica em troca do apoio no desmatamento da Amazônia e a da bala apoia as duas em troca de flexibilizar as políticas de segurança pública”, declara ela, ao fazer uma análise do peso da influência dos parlamentares sobre suas bases de apoio. Por algum tempo, o deputado federal Marcos Feliciano (PODE-SP) encabeçou a linha de frente da bancada da bíblia, mas após sua saída da Comissão de Direitos Humanos e das Minorias, da Câmara dos Deputados, passou a dividir espaço com o ex-agulha negra Jair Bolsonaro.

Para analisar o atual cenário de acirramento ideológico no Brasil convidamos Simony Cristina dos Anjos para uma entrevista. Cristã reformada, dos Anjos é formada em Ciências Sociais, mestranda em Educação, feminista e editora do Blog ‘Sim, Genuflexões’. Por ocasião da Conferência ‘A Reforma Protestante na América Latina, a graça para os excluídos’, realizada em julho na Faculdade de Teologia da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, dos Anjos falou sobre violência doméstica e qual deve ser o papel da Igreja frente a esta problemática social. Nesta entrevista conversamos sobre autoritarismo e exclusivismo evangélico, surgimento de uma nova direita, impeachment de Dilma Rousseff, aborto, porte de armas, bancada evangélica etc. Dos Anjos ainda ressalta a importância de os cristãos progressistas desenvolverem um método usado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nos anos 80: o trabalho de base.

Somos Progressistas. Segundo o Censo 2010 do IBGE o Brasil é um país predominantemente cristão. Mesmo presentes no país desde a primeira metade do século XIX, os protestantes eram discriminados, não tendo acesso aos aparelhos públicos. Hoje é o movimento evangélico que se impõe à sociedade, desrespeitando a diversidade religiosa e de expressão intelectual. O crescimento trouxe consigo a síndrome do autoritarismo e exclusivismo católico predominante no Brasil nos primeiros 400 anos. Na sua opinião, estamos diante de uma grande contradição histórica?

Simony dos Anjos. Em primeiro lugar, obrigada pela oportunidade. Ser progressista hoje é algo que posso chamar de “cruel” – mesmo em uma igreja reformada, que é o meu caso. Agora, para responder a pergunta anterior citarei Freire: “se o oprimido não tem uma educação libertadora o sonho dele é ser o opressor”. Claro que há algumas ressalvas. A Igreja Protestante possui uma raiz opressora: haja vista o massacre dos camponeses alemães apoiado por Lutero. Os protestantes foram oprimidos pelos católicos, mas sempre almejaram a hegemonia que a Igreja Católica detinha. Encaro isso como uma maneira belicosa de entender o Evangelho, uma vez que para alguns grupos protestantes a ação messiânica está atrelada à atitude de encarar outros grupos que tenham confissões de fé diferentes como inimigos. Existe uma ideologia de supremacia protestante, cujo objetivo é “converter” outros fiéis, e isso estava no cerne da vinda dos protestantes ao Brasil.

Ao refletirmos sobre as comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante, a primeira coisa que nos vem à mente é: será que temos o que celebrar? Costumamos comemorar o “protestante way of life” por alfabetizar pessoas, traduzir a Bíblia e levar a cabo o “sacerdócio universal” – entre aspas, porque desconfio que somente tenha acesso ao verdadeiro conhecimento da Palavra uma pequena parcela estudiosa de teologia. Porém, ao comemorarmos os 500 anos da Reforma Protestante temos que nos questionar qual impacto, de fato, a reforma teve na América Latina e em outros países subdesenvolvidos. Segundo Antônio Gouveia Mendonça, houve dois tipos de protestantismo na América Latina: o protestantismo de imigração e o protestantismo de missão. Sendo que o protestantismo de imigração iniciou de forma doméstica nas primeiras décadas da colonização, o de conversão se alastrou com as missões, principalmente com a atuação de missionários originários dos Estados Unidos. De certa forma, a América do Norte se apoiou na catequização da América Latina para medir forças com a Europa, enviando missionários com pensamento liberal para catequizar.

Assim, para Jean-Pierre Bastian, “a expansão do capitalismo funcionou como um facilitador para a entrada e a permanência da fé reformada na América Latina”. Além do capitalismo, o desenvolvimento de ideais liberais também foi um fator importante para a penetração protestante na América Latina. Os liberais, em vista de minar a força hegemônica e dominadora da Igreja Católica no continente, favoreciam a entrada de grupos protestantes de pensamento liberal. Ou seja, os protestantes se valeram de possibilidades políticas para sua expansão – e nós, os colonizados, acostumamos a sermos violentados. Na escala da vulnerabilidade, quem está na base tende a sofrer mais. Há 500 anos a base da pirâmide continua a mesma: mulheres indígenas, negras e pobres.

Somos Progressistas. Fala-se em um despertar de uma nova direita – representada por setores historicamente contrários a políticas públicas de empoderamento das minorias, e que inclui oligarquias locais e nacionais e líderes religiosos que, nos últimos anos, estabeleceu um “pacto de sangue” com militares favoráveis a práticas condenadas internacionalmente. Outros movimentos, como o Movimento Brasil Livre (MBL) soma-se a esta “nova onda de direita” que ganhou espaço por ocasião do impedimento da presidenta Dilma. Qual é a sua análise deste fenômeno político e social?

Simony dos Anjos. Os movimentos progressistas precisam se mobilizar. Sabe àquela velha história da célebre frase de Martin Luther King? O problema não é o que a direita tosca está gritando, mas o silêncio que a esquerda tem feito. Vou definir melhor o nosso silêncio: uma infantil disputa de quem é mais à esquerda. Assim, brigamos entre a gente e abafamos nossa voz diante da direita mobilizada. Acredito que a pergunta que temos que fazer é: eles estão ganhando espaço ou é a esquerda que está perdendo espaço por não fazer o trabalho de base? Recentemente assisti a uma palestra do deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Marcelo Freixo (PSOL), em que ele disse acertadamente: “a esquerda é muito chata”. Desenvolvemos textão, disputamos intelectualidade e cara de conteúdo, mas não fazemos mais uma coisa que o PT fazia nos anos 1980, que era o trabalho de base. Claro que essa é uma percepção minha, pessoal. Cientistas políticos podem me rebater, mas não adianta ficar analisando a virada conservadora no Brasil sem botar em xeque o que a esquerda tem feito.

Somos Progressistas. Por falar em impedimento da presidenta Dilma, os recentes detalhes do processo que culminou em sua destituição mostram que, de fato, havia uma conspiração para retomada do Poder. O doleiro Funaro é um dos que começam a trazer ao conhecimento público detalhes destas articulações, e que tiveram a participação de “evangélicos”, como Eduardo Cunha. Membro da Comunidade Sara Nossa Terra, Cunha foi um dos principais articuladores contra a continuidade do PT. Curiosamente, o destino de Cunha foi a carceragem da Polícia Federal.

Simony dos Anjos. Quanto ao impedimento da presidente Dilma, minha posição tem sido: houve um acordão. Fui contra o impeachment, sim, mas o Partido dos Trabalhadores não saiu ileso desta história e a cada dia usa menos o termo “golpe”, e sim acordão. Não foi uma retomada do poder pela direita; acredito que foi o PT perdendo o “rabo” para salvar a cabeça. É triste admitir. Lembro-me da felicidade de votar em Lula em 2002, mas os governos petistas, embora populalarizados, não foram de esquerda. Chegou um momento em que os acordos políticos passaram a não se sustentar mais.

Somos Progressistas. É em torno de Eduardo Cunha que a bancada evangélica ganha maior dimensão e significado. De um movimento que começa a se desenvolver após a ditadura militar, a bancada evangélica tem protagonizado uma série de polêmicas com suas pretensões de descontinuidade do Estado laico e imposição de políticas discrimatórias. Uma das medidas é a que altera o primeiro artigo da Constituição, por meio de uma emenda à PEC 181. Pela emenda, a Constituição passará a considerar a “dignidade da pessoa humana desde a concepção”. É um erro?

Simony dos Anjos. Nós feministas chamamos a PEC 181 da ‘PEC do Cavalo de Tróia’. A referida PEC traz alguns benefícios, como o aumento da licença maternidade para mães de prematuro, mas é quase um Estatuto do Nascituro. Certo? Sobre a atuação da bancada evangélica, o erro é misturar política com religião. Ponto. Política pública não é moral, mas estatística, estudo e análise populacional. Enquanto o ‘uma mão lava a outra’ for a base da política, tal vai continuar acontecendo. Então, a bancada do boi vota com a evangélica em troca do apoio no desmatamento da Amazônia e a da bala apoia as duas em troca de flexibilizar as políticas de segurança pública.

Agora, falando como cristã, acho muito triste a bancada evangélica se valer da fé, algo tão genuíno, para conseguir apoio eleitoral. Por outro lado, vivemos em um país conservador e o aborto, por exemplo, traz muita repulsa à população. Assim, é uma ótima estratégia se colocar contra essa pauta para ganhar apoio irrestrito da população, porque desperta atenção, polêmica e esconde outras pautas, como a flexibilização das leis trabalhistas, dentre outras. Sempre me questiono: o aborto é a questão, ou se mantém essa postura para ganhar apoio popular? Não sejamos ingênuos, o brasileiro médio é contra o aborto – será que essa pauta não traz a empatia do eleitor para a direita?

Somos Progressistas. De fato o aborto é um tema polêmico e requer uma análise aprofundada. Nos últimos anos ele tem sido uma das pautas mais discutidas no Congresso Nacional, com posições variadas. Em todo o caso, não podemos deixar de lado a discussão sobre os milhares de mortes de mulheres pobres, decorrentes de abortos feitos em clínicas irregulares. Aparentemente a bancada evangélica – e também a da bala, que representa a vertente punitivista – parece desconsiderar esta problemática social, e que tende a se agravar com o aprofundamento da crise econômica. Concorda?

Simony dos Anjos. Claro, concordo, mas permita-me acrescentar uma questão: quem é a mulher que está morrendo? A mulher pobre e negra. Assim, para além da postura conservadora e moralista que está no pano de fundo das discussões do aborto, há um recorte de classe social e racial nessa questão. As vidas de mulheres negras e pobres em nosso país não valem nada, infelizmente. Assim, vemos hospitais autorizados a fazer aborto que não fazem; vemos médicos que denunciam mulheres que são atendidas em postos de saúde com complicações de abortos malsucedidos e falta de acolhimento no atendimento às vítimas de violência sexual. Para além das questões das bancadas temos que fazer uma profunda reflexão sobre a composição populacional e do imaginário social dos brasileiros. Os médicos – de maioria branca e de classe média – não têm empatia pela população negra e pobre; os atendimentos à mulher também não têm empatia por essa população feminina, e assim por diante. Nesse ponto, eu chamaria a atenção para o encarceramento em massa da população preta, pobre e periférica. Por que prender uma mulher que faz um aborto? As políticas públicas de saúde para a saúde sexual da mulher são importantes para beneficiar uma população que não se quer beneficiar.

Somos Progressistas. Um dos legados da Proclamação da República e da Constituição de 1891 foi o estabelecimento do estatuto do Estado laico. Por meio dele o Catolicismo Romano perdeu o status de religião oficial da nova república e abriu-se a possibilidade de diversificação religiosa no Brasil. Foi uma grande conquista, senão a maior dentre todas as constituições. Mesmo tendo alcançado resultados positivos, o estatuto do Estado laico tem sido alvo de questionamentos por parte da bancada evangélica. Diz-se que o ‘estado é laico, mas não ateu’ o que, segundo seus defensores, abre a possibilidade de intervenção de líderes religiosos em políticas públicas. É um retrocesso?

Simony dos Anjos. É uma aberração. Menciono a resposta de Jesus, em Marcos 12:7 – “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.

Somos Progressistas. A articulação entre as bancadas da Bíblia, da bala e do boi (BBB) tem resultado em uma série de outros retrocessos, com resultados desastrosos. Hoje representante maior deste segmento nefasto, o deputado Jair Bolsonaro tem ampliado as políticas discutidas internamente pelas bancadas. Segundo pesquisas recentes, Jair Bolsonaro aparece com 18% das intenções de voto, logo após o presidente Lula, que tem 26% das intenções. Com a ausência de Lula na disputa presidencial Bolsonaro aparece com reais chances de vitória. Ainda é possível reverter o resultado?

Simony dos Anjos. Bom a própria revista Veja está fazendo campanha contra ele. Então acho que não é uma ameaça real. O problema é o efeito disso: uma boa parte da população não quer votar no Lula e nem no Bolsonaro, então, algum outro candidato será beneficiado. Quem? Hulck? Dória? Alckmin?

Somos Progressistas. O Estatuto do Desarmamento também tem sido alvo de críticas por parte da bancada evangélica. Estatisticamente vai contra recentes divulgações dos resultados positivos da medida impetrada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há um entendimento – por parte dos defensores da revogação da Lei 10.826 – de que ‘desarma-se a população, enquanto os bandidos aterrorizam as cidades’. Obviamente trata-se de uma posição baseada no senso comum, mas não apenas. Como conciliar a defesa do porte de armas com o pacificismo pregado por Jesus?

Simony dos Anjos. Não tem como, e por um motivo: não existe o ‘bandido bom, é bandido morto’ para Jesus. Cristo veio ao mundo para salvar a todos – e não me refiro ao Céu, mas a essa Terra. Quando Jesus andou por aqui, Ele foi um grande resolvedor de problemas sociais: reintegrou a mulher com fluxo de sangue, o cego, o leproso. Ao curar essas pessoas Jesus apontava para uma preocupação social que a Igreja deveria ter. Armar a população não resolve o problema social da violência. As pessoas que se dizem cristãs e favoráveis ao porte de armas querem resolver os problemas sociais com o uso de armas, o que é um erro porque aumenta o risco de acidentes devido ao uso de armas.

Qual é o principal argumento para ter o porte de uma arma? Se defender da violência? Agora me diga: matar toda pessoa que me assalta, resolve o problema? Não. Posso matar muitos, mas o crime organizado vai gerar mil novos por dia. Então, como podemos combate-lo? Primeiro, com políticas de educação, cultura e saúde decentes que supram a ausência do Estado nas comunidades onde o crime atua. Segundo, com trabalho social que a Igreja se recusa a fazer. Sim, coloco a Igreja em xeque porque ao invés de lutar por justiça social e dignidade humana, algumas denominações têm se aliado a traficantes para garantir hegemonia política. Ter uma arma vai resolver o problema? O que Jesus diria sobre o porte de armas? Eu acredito que Ele jamais pegaria em uma, porque a arma nada mais é que a manifestação da desigualdade entre os homens. A lógica popular é a de que ‘precisamos de armas para garantir que teremos mais poder sobre o outro’. O porte de armas não tem qualquer relação com proteger a vida humana, mas em proteger patrimônios, como bancos, empresas etc.

Somos Progressistas. Tempos difíceis que estamos vivendo. Há alguns dias o general Antônio Hamilton Mourão reiterou a disposição das forças armadas de intervirem militarmente. A declaração foi feita em uma loja maçônica de Brasília, gerando inúmeras críticas. Paralelamente, decisões judiciais têm limitado a livre expressão artística e cultural. Igualmente polêmica foi a decisão de um juiz federal em que autoriza o tratamento de homossexuais por psicólogos evangélicos. Compartilha da análise de que estamos vivenciando uma reencenação de episódios típicos da ditadura militar?

Simony dos Anjos. Falar em ditadura é bastante complicado e contraproducente. Talvez o terror que essa ideia de volta da ditadura torne as coisas mais nebulosas, pois divide o front. Eu acredito que estamos vivendo uma guinada conservadora muito grande e esses episódios são efeitos disso, mas ainda acho que essas pautas enviesadas são lançadas como uma maneira de nos confundir e tirar nossos olhos do que realmente importa. Enquanto estamos discutindo moralidade no MAM, tem trabalho escravo sendo legalizado. Enquanto estamos temendo as falas dos militares, estão entregando escolas às organizações sociais. Temos que saber bem o que está acontecendo em nosso país para combater o problema e, na minha opinião, o problema é a falta de mobilização popular, educação de qualidade e, no caso dos cristãos, ter em mente que temos que estar ao lado dos pobres. Posso estar enganada, mas acho que mais do que de uma nova ditadura, temos que ter medo do que vão fazer com essa democracia burguesa que existe, pois passam as pautas mais tenebrosas por debaixo do nosso nariz e nos confundem com figuras patéticas, como o bonequinho Kim. Por fim, para concluir minha visão das coisas, acho que nós cristãos progressistas precisamos nos encontrar e fazer um trabalho de base, de verdade. Investir em leitura popular da Bíblia, em formação de lideranças populares nas igrejas. Esse é o caminho para resolver o autoritarismo da Igreja e acredito que esse seja, também, o caminho para a resolução dos problemas do país: organização popular. Ponto.


Sobre o autor dessa entrevista

*Johnny Bernardo é Cientista Social e colaborador no blog Somos Progressitas.

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