Marina Silva defende intervenção militar no Rio

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Marina Silva. Reprodução.

A porta-voz nacional do partido Rede Sustentabilidade, Marina Silva, divulgou uma nota no Facebook defendendo a intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro.

Segundo ela, o decreto assinado pelo presidente da República Michel Temer “é uma medida extrema para lidar com a situação grave de segurança pública no Estado do Rio”. Marina disse ainda que o governo do Rio é incapaz de enfrentar o aumento da criminalidade sozinho, e que o governo federal foi negligente com a segurança pública, relegando-a aos Estados.

Por fim, Marina diz esperar que a medida “traga a devida proteção e amparo à sofrida população do Rio de Janeiro”.

O decreto

Assinado nessa sexta (16) pelo presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto, o Decreto de Intervenção na Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro dá ao general do Exército, Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, o comando da Secretaria de Segurança, das Polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário.

Apesar de já entrar em vigor imediatamente, o decreto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional, em votação na Câmara e no Senado, por maioria simples, para manter sua validade até 31/12/2018. Na Câmara, a votação pode ser simbólica, apenas com a pergunta do presidente se a maioria do plenário está de acordo com a matéria. Caso a maioria não levantar a mão em forma de protesto, a matéria é aprovada sem a contagem de votos.

Justificativas de Temer

Em discurso durante a assinatura do decreto, Temer justificou a necessidade da intervenção federal no Rio:

“O crime organizado quase tomou conta do Estado do Rio de Janeiro. É uma metástase que se espalha pelo país e ameaça a tranquilidade do nosso povo […] Eu tomo esta medida extrema porque as circunstâncias assim exigem. O governo dará respostas duras, firmes e adotará todas as providências necessárias para enfrentar e derrotar o crime organizado e as quadrilhas. Não podemos aceitar passivamente as mortes de inocentes, e é intolerável que nós estejamos enterrando pais e mães de família, trabalhadores, policiais, jovens e crianças.”

Assista ao vídeo abaixo!

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